Uma jovem fraturou a clavícula. Valeu-se do hospital Laura Vasconcelos, onde funciona o pronto-socorro municipal de Bacabal. Lá chegando só recebeu o consolo dos primeiros atendimentos. Se contorcendo de dor, procuraram pelo médico ortopedista, foi dito que não estava cumprindo o seu plantão. E tudo sendo filmado.
Determinaram que a jovem deveria voltar dois dias depois. Ela não conseguiu esperar. Os familiares se cotizaram e a levaram por conta própria para o pronto-socorro de Presidente Dutra. Lá chegando o médico fez o procedimento cirúrgico necessário, não sem antes criticar o atendimento de Bacabal.
A moça voltou sã e salva, livre das dores e de uma possível sequela para a sua casa. A família não quer oferecer denúncia pela negligência e o mau atendimento. Tem medo de se passarem de vitimas a acusados. Não seria o primeiro caso.
Perguntar não ofende:
1. Quem dá ordem para os médicos plantonistas não cumprirem o plantão no pronto-socorro?
2. Para que estão servindo os cinegrafistas que o prefeito Lisboa colocou no Socorrão mesmo a contragosto do secretário Lilio e do diretor Marcos Lins?
3. O Prefeito Lisboa não tem acesso a essas imagens? Quem as está analisando não tem poder para advertir o diretor do pronto-socorro?
4. Se fosse instaurado inquérito a respeito, a investigação seria o atendimento ou os motivos que contribuíram para a fratura da clavícula da moça? Por isso a família prefere manter-se calada, embora indignada.
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